Aposto que seu cabelo não é igual ao meu, é?
Loiro, ruivo, preto, azul, mesclado?
E sua pele?
Pardo, negro, branco?
E as músicas? Cada banda, cada voz, cada guitarra, cada um com seu estilo, personalidade predominante... e você? Ainda acredita na aquarela brasileira?
Sexualidade é para ser discutida de modo a despertar ignorância?
A diversidade é enorme, hoje, ser hétero é ser diferente.
Não adianta lutarmos contra nossa própria espécie.
Deixo claro que aqui o intuito não é despertar preconceito em relação a nada. Só quero mostrar o que realmente somos, em uma era que respeitar requer a tolerância de todos.
Priscila Signorini Silva.
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