domingo, 21 de julho de 2013
Confúcio.
Deixa eu entender o quão eu tenho de você. Me chame para tentar fazer o entender.
Eu desperdicei uma chance para ver se você me daria outra.
Sou o constante pensamento antes da outra.
Será que não me importar mais me abandonarei?
Diga, por favor, diga qual é o meu rei.
Quantas vezes eu te enganei?
Te chamo de longe pra perto.
Te mando pra longe de perto.
Com bordas de lágrimas, te dou a minha cantada.
Nem doce, nem rude.
Não sou pro seu bico, mas te vejo comigo.
É como não querer o que mais se quer.
Não conheço muito bem a coerência. Vou no impulso.
Será que posso lhe oferecer meu suco?
Antes não se via. Hoje se olha. Amanhã quem sabe o que será.
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