Paro no mais indesejável tempo, tudo congelado, tudo morto.
Não encontro o meu futuro, mas relembro um passado que gostaria de descartar como uma carta de um incompetente monte de baralho.
Peço a superfície remota desse tão indesejável tempo e me perco no vazio das piores palavras faladas. Me fecho. Me despeço.
Minha voz afaga o doce ar da vida, porque já não sou aquela pessoa que respira o melhor ar.
Estou no meio da neblina, aquela que tanto me toca e me esconde.
Eu não desejei esse tempo indesejável. Eu apenas quis o vento. O vento de neve que me atingiu.
Foi o momento em que perdi o meu sorriso.
Priscila Signorini Silva.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Nada além...
Como não mais apagar o que é invisível?
Como não mais sentir o não sentimento?
Como não mais julgar o ser?
Como tatear o que não existe?
Como não gostar de uma pessoa que gosta de você?
Um dia ei de derramar, não lágrimas, mas toda essa felicidade que eu tenho... derramarei sobre ti, pois há quem a mereça.
Por fim, nada mais.
Jamais deixarei algo afetar meu lado pessoal com pessoas que amo, ao meu redor pessoas maravilhosas transbordam um ser feliz e é com essa felicidade que eu quero viver.
Como não mais sentir o não sentimento?
Como não mais julgar o ser?
Como tatear o que não existe?
Como não gostar de uma pessoa que gosta de você?
Um dia ei de derramar, não lágrimas, mas toda essa felicidade que eu tenho... derramarei sobre ti, pois há quem a mereça.
Por fim, nada mais.
Jamais deixarei algo afetar meu lado pessoal com pessoas que amo, ao meu redor pessoas maravilhosas transbordam um ser feliz e é com essa felicidade que eu quero viver.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Tigreando.
Integrantes são tigres gigantes
Nada mais que seres enjaulados
Mas, talvez, com a expressão desgastada
Um tanto normalizada, mas nem um pouco aclamada.
Rodeios de rodas perfuram as grades
Tão indesejadas são as caras pintadas
Esses dos quais bichos os atraem
Nada mais que uma doença terminal.
São tigres, aqueles, que tão pouco vemos
Por não termos tantos sentimentos
Por não mais pensar
Como os velhos tigres mesclados.
Nada mais que seres enjaulados
Mas, talvez, com a expressão desgastada
Um tanto normalizada, mas nem um pouco aclamada.
Rodeios de rodas perfuram as grades
Tão indesejadas são as caras pintadas
Esses dos quais bichos os atraem
Nada mais que uma doença terminal.
São tigres, aqueles, que tão pouco vemos
Por não termos tantos sentimentos
Por não mais pensar
Como os velhos tigres mesclados.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Projetando.
Acreditar na visão persiste em uma superfície que poupa o real. Praticar o que se viu persiste nas profundezas dos mais belos dardos em que a mira é essencial, mas não mais que na vida, aquela que oportunidades não são iguais e que mudam o mais do mesmo.
Priscila Signorini Silva.
Priscila Signorini Silva.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Pós-modernismo.
“As penas que eram molhadas na tinta deram lugar às canetas, das mãos com os dedos entrelaçados ao pincel deu-se um quadro belo, da arte se fez a paisagem. Dos poetas deu-se a expressão de liberdade. Dos loucos deu-se a revolução. A verdade calou-se com a dúvida.”
(Priscila Signorini)
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