... que a vida era fácil. Que pessoas se relacionavam por serem perfeitas. Que aprender era simples. Que passar por experiências era fazer experimentos no laboratório. Que dois reais era um "dinheirão". Que amigos só serviam para brincar no fim de semana. Que beleza era essencial. Que perder era inaceitável. Que as regras eram inquestionáveis. Que ler livros era chato. Que crescer era em relação ao comprimento. Que falar o que pensava era sinônimo de medo. Que a aparência interfiria em seu julgamento. Que superioridade dependia do que você possuía. Que o sino tocava.
E agora eu penso...
... que a vida é complexa, nada é fácil, se foi, não valeu a pena. Que pessoas se relacionam por terem coisas em comum. Que aprender é preciso e eterno. Que experiências são vividas e servem para amadurecer. Que dois milhões de reais é muito dinheiro. Que amigos (verdadeiros) devem ser irmãos. Que nem sempre a beleza é essencial. Que perder faz parte de uma competição. Que ler livros é a coisa mais prazerosa de se fazer. Que crescer depende de sua capacidade de querer evoluir. Que falar o que pensar é ter personalidade. Que a aparência não é tudo o que uma pessoa pode mostrar. Que superioridade é para quem merece. Que o sino soa.
Afinal... somos seres pensantes!
Priscila Signorini Silva.
Nenhum comentário:
Postar um comentário