quarta-feira, 28 de setembro de 2011

E eu que pensei...

... que a vida era fácil. Que pessoas se relacionavam por serem perfeitas. Que aprender era simples. Que passar por experiências era fazer experimentos no laboratório. Que dois reais era um "dinheirão". Que amigos só serviam para brincar no fim de semana. Que beleza era essencial. Que perder era inaceitável. Que as regras eram inquestionáveis. Que ler livros era chato. Que crescer era em relação ao comprimento. Que falar o que pensava era sinônimo de medo. Que a aparência interfiria em seu julgamento. Que superioridade dependia do que você possuía. Que o sino tocava.
     E agora eu penso...
... que a vida é complexa, nada é fácil, se foi, não valeu a pena. Que pessoas se relacionam por terem coisas em comum. Que aprender é preciso e eterno. Que experiências são vividas e servem para amadurecer. Que dois milhões de reais é muito dinheiro. Que amigos (verdadeiros) devem ser irmãos. Que nem sempre a beleza é essencial. Que perder faz parte de uma competição. Que ler livros é a coisa mais prazerosa de se fazer. Que crescer depende de sua capacidade de querer evoluir. Que falar o que pensar é ter personalidade. Que a aparência não é tudo o que uma pessoa pode mostrar. Que superioridade é para quem merece. Que o sino soa.

Afinal... somos seres pensantes!

                                  Priscila Signorini Silva.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Expectativas (criadas)

Me vejo em um lugar pouco confortável... onde a alegria depende de várias pessoas. Preciso de alívio. Preciso de tranquilidade. Expectativas foram criadas e estão sendo vivenciadas. Eu tenho que corresponder de modo rápido para saciar ao próximo. Eu tenho que corresponder ao que a pessoa queira que eu corresponda. Eu tenho que fazer o que ela, no meu lugar, faria. Eu tenho que corresponder. Pois digo que não posso e que eu quero ser apenas eu. Porque nunca prometi nada.

                                            
                                         Priscila Signorini Silva.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Comparações mínimas...

A sociedade vive como um bando de pássaros.É livre, porém sempre há alguém para aprisioná-la. As pessoas seguem regras, a natureza compõe a matéria. As nuvens cinzas demonstram a escuridão. Os fantoches são deboches. As pessoas andam. As aves voam. As aves são mortas. As pessoas se matam. A sociedade é fruto da fertilidade. A natureza é fruto, apenas.
                        
                                   Priscila Signorini Silva.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Como queria encontrar palavras para descrever meus sentimentos em relação a tudo.Como eu queria exclamar um ponto de interrogação.Me perdoe, mas o dia veio.Não tenho coerência e nem terei.O desejo de desejar. A vida para viver. O trabalho para trabalhar. Minha casa para morar. Meu quarto para estudar. Meus pais para amar. Meu cachorro para brincar. Palavras para serem ditas. O pecado para cometer. A pureza para santificar. O espelho para endeuzar. Os olhos para fixar. A internet para se conectar. Um livro para ler. Uma rede para se deitar. O leite para beber. Um vestibular para passar. Uma caneta para rabiscar. Uma música para ouvir. Uma decisão para tomar. Sonhos para realizar. Questões para discutir. Telefone para atender. Borracha para apagar. Um filme para assistir. Um violão para tocar. Uma pessoa para te  acompanhar. A ilusão para te iludir. O amor para amar. O medo para se esquivar. A lareira para aquecer. A água para refrescar. As pedras para te derrubar. O mar para mergulhar. O caminho para seguir. As direções para desviar. Pessoas para admirar. O vento para levar.

                                             Priscila Signorini Silva.


                     

domingo, 11 de setembro de 2011

TÁ VENDO AQUELA LUA QUE BRILHA LÁ NO CÉU...

Calma pessoal! Não vou escrever e nem reescrever alguma música de pagode/samba com este nome (sem preconceito para quem gosta de tal gênero musical)! É, apenas, uma simples ironia de minha parte. Hoje senti tal qual necessidade de escrever...é mais forte que meu ser. Parece que falar não se torna o bastante e o complemento disso é a escritura. Talvez seja egoísmo, mas eu quero escrever. Quando não encontro nada para redigir, começo a procurar em que eu poderia falar. Falarei da Lua, lembrei-me que assisti Apollo 18 quarta-feira. O filme me passou uma mensagem de "horror" para quem foi à Lua (se é que alguém algum dia foi à Lua). Senti ela tão inferior à sua beleza real...a Lua é linda, é algo inexplicável. Ao olhar para ela, vejo esperança. Se pudesse iria todo dia até ela, não para deixar câmeras, roteadores ou bandeiras, mas para dizer o quanto ela é linda, o quanto eu a admiro, o quanto ela pode ser explorada por questão de sentimentos e não de interesses. A paz que se tem na Lua é divina. Que me perdoe aqueles que não sabem ver a Lua de fato, isso é uma ofensa ao meu ver. Enquanto os americanos veem "aberrações" na Lua, eu vejo o único satélite natural da Terra e suas várias fases. Percebo, então, que a Lua têm um ciclo rotineiro, entendo que a Lua também têm vida.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

LUTO

Foi com frases como "Puta que pariu é o pior prefeito do Brasil", "Rio Preto pode esperar que a vergonha vai passar", "Fora Valdomiro", "Vergonha Rio Preto", "O povo unido, jamais será vencido", "O povo calado, sempre será roubado", entre outras, que protestamos contra os apadrinhados e Valdomiro Lopes. Foi de forma pacífica e repercutiu positivamente.